terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Permacultura - Definição e exemplos práticos em Portugal


                                    Permacultura



O conceito de Permacultura foi criado pelos australianos Bill Mollison e David Holmgren, nos anos 70. É uma junção dos conhecimentos de sociedades tradicionais com técnicas inovadoras, com o objetivo de criar uma "cultura permanente", sustentável, baseada na cooperação entre os homens e a natureza.

Um dos princípios fundamentais da permacultura é o respeito pela sabedoria da natureza, que desenvolveu um sistema perfeito para cada lugar. Do princípio vem a estratégia  (observar e copiar a Natureza), da qual surgirão as inúmeras técnicas , que podem ser copiadas de situações similares ou criadas no local, para planejar a sustentabilidade de quintais, sítios, fazendas ou comunidades (novas ou já existentes), como ecovilas, bairros e assentamentos.

No planejamento destas comunidades, além do ambiente físico, é preciso considerar os aspctos: social, econômico, cultural e espiritual como parte imprescindível dos projetos porque, no novo paradigma, reconhece-se que a felicidade não se resume ao materialismo.

Permacultura é uma palavra formada pela união de ¨permanente¨ e ¨agricultura¨ e representa uma nova maneira de pensar e organizar as atividades produtivas, formando sistemas multifuncionais eficientes e duradouros. Vai além da agricultura ecológica, pois engloba também economia, aproveitamento de energias, ética, sistemas de captação e tratamento de águas e bioarquitetura.
Desenvolvida no começo dos anos 70 pelos australianos Bill Mollison e David Holgren, é uma metodologia agrícola que proporciona um desenvolvimento integrado da propriedade rural de maneira a manter os ecossistemas produtivos com diversidade, estabilidade e resistência.


Rede Portuguesa de Eco-aldeias

e Comunidades Sustentáveis




Está em fase de criação a "Rede Portuguesa de Ecoaldeias e Comunidades Sustentáveis". O objectivo é promover o desenvolvimento de comunidades humanas sustentáveis em Portugal.


Para isso pretende-se:
  • Facilitar a troca de informações e a colaboração entre todos os membros, portugueses e pertencentes à rede mundial.
  • Disseminar o conceito de ecoaldeia, práticas e centros de demonstração.
  • Encorajar sistemas que integrem ecologia, educação, mecanismos de participação em decisões, espiritualidade, bem como tecnologias e negócios ecológicos.
Os membros da Rede são eco-aldeias, pessoas individuais, eco-projectos, eco-quintas e outras entidades interessadas neste tema. Obviamente que o seu desenvolvimento está dependente da existência de membros, por isso caso o assunto lhe interesse não hesite em inscrever-se.
O modo de funcionamento da Rede ainda não está bem estruturado, estando a ser presentemente desenvolvido através da valiosa ajuda de voluntários do projecto e das eco-comunidades que quiserem participar no mesmo.

Ecoturismo - Definição e exemplos práticos em Portugal


                                     Ecoturismo


O ecoturismo é uma espécie de turismo que promove a valorização ambiental. Neste tipo de turismo, prevê-se a conservação dos recursos naturais, o benefício das comunidades em questão e a educação ambiental. Os turistas que preferem o ecoturismo são, por norma, pessoas que pretendem minimizar o seu impacto sobre a natureza e que prescindem de comodidades e luxos.

Ecoturismo é um segmento da atividade turística que utiliza de forma sustentável o património natural e cultural, incentiva a sua conservação e procura a formação de uma consciência ambientalista através da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações.

A atividade preocupa-se em valorizar as premissas ambientais, sociais, culturais e económicas e inclui a interpretação ambiental como um fator importante durante a experiência turística. Os roteiros são elaborados através das agências operadoras, ou outras formas desenvolvidas pelo marketing, onde os consumidores irão desfrutar dos serviços de hotelaria, gastronomia, condutores, transportes, equipamentos, etc. Utilizam ainda, a infra-estrutura básica da região (hospitais, farmácias, saneamento, coleta de lixo, posto de saúde, telefonia, etc.) adequadas e ecologicamente corretas.

O ecoturismo utiliza os recursos naturais de forma sustentável, de maneira que permite ao usuário a sua reutilização.

  •  Exemplos de Ecoturismo em Portugal



Quinta Vale do Homem


A poucos quilómetros do Gerês, encontra-se a Quinta Vale do Homem, um complexo turístico desenhado para os hóspedes poderem usufruir de um descanso absoluto e aproveitar diversas atividades de lazer. Esta Quinta fica situada em Rendufe, próxima do Mosteiro de Santo André, um dos locais mais aprazíveis do Concelho de Amares e próxima do Rio Homem.
A Quinta Vale do Homem de origem secular era uma antiga quinta de lavoura, constituída pela Casa-Mãe, a residência principal, pela Casa da Eira, e por vários campos onde eram cultivados cereais como o milho e o centeio e com uma grande extensão de vinha. A Quinta foi remodelada, abrindo ao público como Quinta de Turismo Rural em Junho de 2003. Os restauros foram cuidadosamente efectuados de modo a proporcionar o conforto da atualidade e todas as áreas foram decoradas com as alfaias da quinta mantendo a traça. O nome da quinta deve-se à sua localização no Vale do rio Homem.
Pode-se encontrar a tradição em todos os locais da QVH, pois recuperou-se todas as ferramentas agrícolas da quinta. Ao chegarem à QVH, os clientes são acompanhados numa visita onde são explicados as diversas alfaias (carros de bois, semeador, grade, sulfatador, ...). Mostram-se os lagares ainda intactos assim como os pipos e o alambique e descreve-se a feitura do vinho. Diz a tradição que as uvas eram pisadas por homens descalços e calças arregaçadas até aos joelhos formando um cordão em toda a largura do lagar. Dentro da casa encontram-se devidamente identificados alguns utensílios tradicionais tais como rasas, cântaros, regadores, foices, serras, máquina de costura e malho. 

Zmar

O Zmar definiu como Grandes Objectivos da sua Política de Eco Resort:
- Garantir que a sua estadia ou visita se faça de forma sustentável com um impacto sobre o ambiente reduzido nunca esquecendo a qualidade dos serviços de hotelaria e serviços complementares;

- Assegurar a utilização racional dos recursos e energia;

- Obter satisfação, confiança e preferência dos clientes e visitantes;

- Garantir a segurança alimentar;

- Garantir a segurança dos equipamentos de diversão e desporto;

- Assegurar o cumprimento dos requisitos legais aplicáveis ao serviço assegurados pelo empreendimento;

- Melhorar continuamente nível de formação e desempenho dos colaboradores, ao nível  da qualidade, ambiente e segurança alimentar;

- Procurar a melhoria contínua do Resort através de definição de objectivos e metas e o seu seguimento periódico. 


Figueirinha Ecoturismo



Turismo em espaço rural

A Figueirinha Ecoturismo não se limita a ser um local de estadia, de usufruto da natureza em parcela de terreno inserida na Reserva Ecológica Nacional e Rede Natura 2000. É, sobretudo, uma casa familiar onde o espírito de hospitalidade e de trato afável são fundamentais para o bem-estar de quem procura um regresso às origens, à simplicidade do dia-a-dia. 

Numa área de 1,975 hectares, no local denominado Herdade da Figueirinha dos Condados, Freguesia de Relíquias, Concelho de Odemira, há espaço para retiros retemperadores, para convívios gastronómicos com base na cozinha mediterrânica e incursões turísticas nas mais belas e selvagens praias do planeta, na Costa Vicentina. 





The Pachamama Alliance


                                       THE PACHAMAMA ALLIANCE




É uma aliança que consiste em capacitar os povos indígenas na Amazónia, para estes preservarem as suas terras e culturas e assim educar e inspirar as pessoas em todos os lugares para trazer um mundo próspero, justo e sustentável.
Têm como Visão “um mundo justo”, ambientalmente sustentável.





Valores e Princípios:

  • Os seres humanos não estão separados uns dos outros nem da Natureza. Somos totalmente inter-relacionados e as nossas ações têm consequências para todos. O que fazemos para os outros que fazemos para nós mesmos. O que podemos fazer para a Terra que fazemos a nós mesmos.

  • Uma das maneiras mais eficazes para produzir resultados é capacitar outras organizações através de alianças competentes, e um princípio de alianças competentes é que coisas incríveis podem ser realizadas quando as pessoas não se preocupam com quem recebe os créditos.

  •  As ações das pessoas estão relacionadas com a forma como eles veem o mundo, a história que elas contam sobre o mundo. Transformando a maneira como as pessoas veem e se relacionam com o mundo e as possibilidades para o futuro, é uma maneira poderosa de mudança social.

  • Sistemas conscientes e inconscientemente criados de opressão, as desigualdades existentes no mundo e os resultados gerados por esses sistemas são diretamente em oposição à nossa visão de um mundo próspero, justo e sustentável.






O meu envolvimento 


Este tipo de associações são a meu ver de grande interesse humanitário e criam consequentemente um bem-estar e paz de espírito pessoal de cada participante neste mesmo tipo de iniciativas para o bem de todos nós e do nosso planeta, por isso, como tal a minha intervenção nesta associação seria através de trabalho de voluntariado. Esta seria a minha primeira participação, pois tal como eles afirmam no Site “Procuramos oferecer uma experiência que vai apoiar o seu crescimento e desenvolvimento como um agente de mudança social”.
Criar um mundo justo através do incentivo à preservação do nosso planeta e da consciencialização das pessoas é de todo uma mais-valia para cada um e algo de bom que estaremos a fazer por nós e pelas gerações futuras do nosso planeta.
Encontrei também informações no Site de um possível estágio que exige um compromisso mínimo de 6 a 8 semanas, de 10 a 12horas semanais. As tarefas diárias podem variar e incluir projetos independentes, apoio administrativo, bem como o pessoal auxiliar. Trabalhar com entusiasmo, pessoas apaixonadas que são aprendizes rápidos, capazes de trabalhar de forma independente, e que pode ser flexível e adaptável, quando as prioridades mudam.

Certificações Ambientais para operadores em Ecoturismo 



  
Ecoturismo

O ecoturismo ou turismo  ecológico é a actividade turística que se desenvolve sem alterar o equilíbrio do Ambiente, evitando assim danificar a natureza. Trata-se de uma tendência que procura compatibilizar a indústria turística com a ecologia.
O ecoturismo está associado a um sentido da ética, uma vez que, para além do desfrute do viajante, procura promover o bem-estar das comunidades locais (receptoras do turismo) e a preservação do meio natural. O turismo ecológico também procura incentivar o desenvolvimento sustentável (isto é, o crescimento actual que não ponha em risco as possibilidades futuras).
Os princípios do ecoturismo respeitam a cultura do país anfitrião (país de acolhimento), minimizam o impacto negativo que possa causar a actividade turística e apoiam os direitos humanos. Um ecoturista que se preze, por exemplo, não compra um produto para o qual tenha havido mão-de-obra infantil.
Apesar do auge do ecoturismo, não existe qualquer regulamentação clara a seu respeito. Há quem inclua no ecoturismo qualquer actividade turística que suponha o contacto com a natureza, o que é errado, já que muitas dessas excursões prejudicam bastante o ecossistema.

Vantagens:
·                  Optimização dos processos tecnológicos das empresas;
·                  Diminuição dos consumos específicos de energia, matérias-primas e recursos naturais;
·                   Minimização do impacte ambiental das actividades da empresa;
·                  Melhoria da imagem perante a opinião pública;
·                  Acesso a determinados mercados e concursos em que a certificação ambiental é obrigatória;
·                  Melhoria da posição competitiva face aos concorrentes não certificados;
·                  Melhoria da organização interna;
·                  Aumento da motivação e envolvimento dos colaboradores internos;
·                  Redução de riscos e redução de auditorias por parte de outras entidades.
Dificuldades:
·                  Cumprimento dos requisitos legais (base de qualquer Sistema de Gestão Ambiental);
·                   Sensibilização/formação interna para a necessidade de alterar hábitos (desde a gestão de topo às bases da organização);
·                  Questões que não dependem das próprias empresas: formalização e celeridade dos licenciamentos.


Legislação Verde


Legislação Verde

Regime Jurídico das condições de acesso e de exercício da atividade das empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos

        O Decreto-lei nº 108/2009, de 15 de Maio, estabelece as condições de acesso e de exercício da atividade das empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos, quais as atividades próprias e acessórias destas empresas, a forma de inscrição para o Registo Nacional de Agentes de Animação (RNAAT), como pedir a classificação e reconhecimento de empresas de Turismo de Natureza, entre outros pontos.

     A) Atividades próprias e acessórias das empresas de Animação Turística:

    - ATIVIDADES PRÓPRIAS - a organização e a venda de atividades recreativas, desportivas ou culturais, em meio natural ou em instalações fixas destinadas ao efeito, de carácter lúdico e com interesse turístico para a região em que se desenvolvam. 

    -ATIVIDADES ACESSÓRIAS -  das empresas de animação turística, nomeadamente, a organização de: Campos de férias e similares; Congressos, eventos e similares; Visitas a museus, monumentos históricos e outros locais de relevante interesse turístico; O aluguer de equipamentos de animação.

     B) Registo Nacional de Agente de Animação Turística:

    - É um registo que integra as empresas de animação turística e dos operadores marítimo-turísticos com título válido para o exercício da sua atividade. O requerimento de inscrição no RNAAT é dirigido ao Turismo de Portugal, I. P., através de formulário eletrónico disponibilizado no seu sítio da Internet acompanhado de vários documentos.

     C) Empresas de Turismo de Natureza

    - São empresas cujas atividades de animação turística são desenvolvidas em áreas classificadas ou outras com valores naturais, desde que sejam reconhecidas como tal pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, I. P. através de uma candidatura onde deve constar a lista das atividades disponibilizadas pela empresa, a declaração de adesão formal a um código de conduta, um projeto de conservação da natureza. As atividades que podem ser oferecidas por estas empresas em áreas protegidas são:

i) Passeios pedestres, expedições fotográficas, percursos interpretativos e atividades de observação de fauna e flora;
ii) Atividades de orientação;
iii) Atividades de teambuilding;
iv) Jogos populares;
v) Montanhismo, escalada, atividades de neve, canyoning, coasteering, e espeleologia;
vi) Percursos de obstáculos com recurso a rapel, slide, pontes e similares;
vii) Paintball, tiro com arco, besta, zarabatana, carabina de pressão de ar e similares;
viii) Balonismo, asa delta sem motor, parapente e similares;
ix) Passeios de bicicleta (cicloturismo ou BTT), passeios de segway e em outros veículos não poluentes;
x) Passeios equestres, passeios em atrelagens de tração animal e similares;
xi) Passeios em veículos todo o terreno;
xii) Passeios de barco, com ou sem motor;
xii) Observação de cetáceos e outros animais marinhos;
xiii) Vela, remo, canoagem e atividades náuticas similares;
xiv) Surf, bodyboard, windsurf, kitesurf e atividades similares;
xv) Rafting, hidrospeed e atividades similares;
xvi) Mergulho.

Programa Nacional de Turismo Natureza




Programa Nacional de Turismo de Natureza definido através da RCM nº 112/98, de 25 de agosto.
A importância dos valores naturais, paisagísticos e culturais únicos inerentes ao território das Áreas Protegidas e a crescente procura destes locais para atividades de recreio e lazer em contacto direto com a natureza e com as culturas locais fazem com que estes espaços se constituam como novos destinos turísticos.



Tendo em conta que a atividade turística necessita sempre de um espaço físico (natural e cultural) para o seu desenvolvimento, uma vez que é este que providencia as atrações para os turistas, a sua implementação deve ser baseada em critérios de sustentabilidade, pelo que, face as estas duas ordens de razões, foi criado o Programa Nacional de Turismo de Natureza - PNTN.
Resultante de uma parceria pioneira em Portugal entre as Secretarias de Estado do Ambiente e do Turismo,o Programa Nacional de Turismo de Natureza foi definido através da Resolução do Conselho de Ministros nº112/98. D.R. n.º 195, Série I-B de 1998-08-25.



O PNTN faz parte de um conjunto de orientações políticas internacionais direcionadas para o desenvolvimento sustentável destas áreas, que, no caso particular do turismo, visa permitir a recuperação e conservação do património natural e cultural apoiado em quatro vetores principais: conservação da natureza; desenvolvimento local; qualificação da oferta turística; e diversificação da atividade turística.

Dez anos após criação do PNTN, o conceito de Turismo de Natureza  foi redefinido. De acordo com o novo enquadramento legal para os empreendimentos turísticos e para as atividades de animação turística, considera-se turismo de natureza a atividade turística que decorra em áreas classificadas ou outras com valores naturais, que seja como tal reconhecida pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, I. P..


A atribuição do reconhecimento como Turismo de Natureza permite, às empresas, o uso do logótipo – Turismo de Natureza -, bem como a sua menção em todos os seus suportes de comunicação.



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ICN - Instituto de conservação da Natureza






O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P. é um instituto público integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e património próprio. 
O ICNF, I. P. tem por missão propor, acompanhar e assegurar a execução das políticas de conservação da natureza e das florestas, visando a conservação, a utilização sustentável, a valorização, a fruição e o reconhecimento público do património natural, promovendo o desenvolvimento sustentável dos espaços florestais e dos recursos associados, fomentar a competitividade das fileiras florestais, assegurar a prevenção estrutural no quadro do planeamento e atuação concertadas no domínio da defesa da floresta e dos recursos cinegéticos e aquícolas das águas interiores e outros diretamente associados à floresta e às atividades silvícolas.

  • Lista de 10 empresas licenciadas pelo ICN a atuar em áreas protegidas:

Área Protegida
Parque Nacional da Peneda-Gerês Equicampo

Entidades:
Gerêsmont
Oficina da Natureza
Outside Attitude
Planeta Lima
Terra Pedestre
Waypoint

Área Protegida
Parque Natural da Arrábida

Entidades:
Alexandre Holstein
Aquarama
Anthias Dive Center
Best Dive
Cycling Through The Centuries
Filipe Palma
Hugo Silva
Leandro Pereira
Maria de Fátima Costa Guerreiro
Mil Andanças
Nautur
Nazaré Deitado
Ozono Mais
TopSub
Vertigem Azul

Área Protegida
Parque Natural do Douro Internacional

Entidade:
Centro de Turismo Ambiental Luso-Espanhol, lda

Área Protegida
Parque Natural de Montesinho
Parque Natural da Ria Formosa

Entidades:
Montesinho Aventura Formosamar
Hidroespaço
Lands
Levante
Minicruzeiros Ria Formosa
Naturnáutica
Sequatours

Área Protegida
Parque Natural da Serra da Estrela

Entidades:
Adriventura
Agarraventura
Montanhas e Rios
Serraventura
Universo TT
Vivaventura

Área Protegida
Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros

Entidades:
Fábrica d'Alegria

Área Protegida
Parque Natural de Sintra-Cascais

Entidades:
Cycling Through The Centuries
Equinócio
Extremo Ambiente
Filipe Palma
Guincho Adventours
Margens
Ozono Mais
Passeios e Companhia
Silence Tour
Tuper

Área Protegida
Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina

Entidades:
Aventuras Litoral Atlântico
BTTOUR
Campo Sol e Alentejo
Carpe Vita
Ecoalga
Ecokarts
Filipa Espada e André Teixeira
Future Surfing School
Geographic Algarve
João Paulo Lourenço, lda
Joaquim Matias
Mar Ilimitado
Monte da Moita Nova
Naturasines
Sociedade Turística da Carrapateira
Subnauta
SurfinAlentejo
The Surf Experience
Wikinger Reisen

Área Protegida
Reserva Natural do Estuário do Sado

Entidades:
Alexandre Holstein
Cinzambu
Custódio dos Santos Silva
José Carlos Lopes
Maria de Fátima Costa Guerreiro
Nautur
Ozono Mais
Vertigem Azul

Área Protegida
Reserva Natural das Berlengas

Entidades:
Berlenga-Praia
Duarte Silva
Futuro, Acts. marítimo-turísticas
Haliotis
João Carmo Ruivinho
João Vale Nove
Joaquim Rocha
José Júlio dos Santos Soares
Inácio Garcia
Ligia Matias
Marcelino Rodrigues Leitão
Mário Manuel Nobre Garcia
Oeste Atlântico, Lda
Paulo Figueira
Rui Antunes
Tiago & Bernardo, Lda

Área Protegida
Reserva Natural das Lagoas Stº André e Sancha

Entidades:
Naturasines
Passeios e Companhia

Área Protegida
Reserva Natural da Serra da Malcata

Entidades:
Universo TT